Decidir entre a cirurgia tradicional e a robótica exige conhecer as diferenças entre os métodos. Nos últimos anos, a robótica vem sendo reconhecida pelos benefícios que proporciona.
Ela é menos invasiva, feita com pequenas incisões, o que resulta em menor dor, pouco sangramento e recuperação acelerada. A precisão da tecnologia também ajuda a proteger nervos importantes, reduzindo riscos de incontinência urinária e disfunção erétil.
Outro destaque é o tempo menor de internação, que permite retorno mais rápido às atividades.
Mesmo assim, nem todos os casos exigem robótica. A indicação depende do estágio da doença, da saúde do paciente e da avaliação do especialista.
Dr. Marco Túlio Cruvinel
CRM-GO 8910 / RQE 5352
Urologista
Título de Especialista pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU);
Membro Internacional da Associação Americana de Urologia (AUA);
Pós-Graduação em Cirurgia Robótica em Urologia pelo Hospital Israelita Albert Einstein.
Detectar o câncer de próstata em fases iniciais aumenta as chances de cura. Entre os exames fundamentais está o toque retal, que permite ao médico avaliar textura e consistência da glândula. O PSA, exame de sangue, também é indispensável ao indicar níveis da proteína prostática.
Se houver alterações, o próximo passo pode ser a ressonância magnética multiparamétrica, que detalha possíveis áreas suspeitas. Em casos específicos, a biópsia confirma a presença do tumor. Novos exames, como PHI e PCA3, já são utilizados para dar mais precisão ao diagnóstico e diminuir a necessidade de biópsias repetidas.
Dr. Marco Túlio Cruvinel
CRM-GO 8910 / RQE 5352
Urologista
Título de Especialista pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU);
Membro Internacional da Associação Americana de Urologia (AUA);
Pós-Graduação em Cirurgia Robótica em Urologia pelo Hospital Israelita Albert Einstein.
A cirurgia robótica é uma técnica moderna em que o médico controla um robô por um console, garantindo visão ampliada e movimentos precisos. Essa inovação trouxe grandes avanços para diferentes áreas da medicina.
No entanto, nem sempre ela é indicada para todos. A decisão depende da condição a ser tratada, da localização do problema, da capacitação da equipe médica e da infraestrutura disponível no hospital.
Tumores ginecológicos, doenças da próstata e determinadas cirurgias digestivas são exemplos em que o método costuma apresentar bons resultados. Já em operações simples, as vantagens podem ser limitadas.
A escolha deve ser feita junto ao cirurgião, que avaliará os riscos e benefícios, garantindo segurança, responsabilidade e foco no bem-estar do paciente.
Dr. Marco Túlio Cruvinel Urologista
CRM-GO 8910 / RQE 5352
Urologista em Goiânia;
Título de Especialista pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU);
Membro Internacional da Associação Americana de Urologia (AUA);
Pós-Graduação em Cirurgia Robótica em Urologia pelo Hospital Israelita Albert Einstein.
O crescimento benigno da próstata, comum após os 50 anos, pode causar sintomas urinários que impactam a vida dos homens. Quando o tratamento clínico não é eficaz, a cirurgia passa a ser a solução. Entre as opções, a enucleação prostática a laser vem se consolidando como técnica moderna e eficiente.
O procedimento é endoscópico, feito sem cortes na pele. Um laser de alta precisão remove apenas a parte que bloqueia o fluxo urinário, preservando tecidos vizinhos e diminuindo riscos.
As vantagens são claras: menos sangramento, internação curta e recuperação mais rápida. O método também garante resultados consistentes, com alívio significativo dos sintomas urinários e melhoria da qualidade de vida.
Dr. Marco Túlio Cruvinel Urologista
CRM-GO 8910 / RQE 5352
Urologista em Goiânia;
Título de Especialista pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU);
Membro Internacional da Associação Americana de Urologia (AUA);
Pós-Graduação em Cirurgia Robótica em Urologia pelo Hospital Israelita Albert Einstein.
Ações consistem na criação, produção e circulação de peça teatral infantil e realização de oficinas de artes cênicas
Para Sempre Meio Ambiente
As crianças de Senador Canedo recebem, de 4 a 8 de agosto, apresentações da peça teatral infantil “Para Sempre Meio Ambiente 2”, que também conta com a realização de oficinas de arte cênicas.
As apresentações serão gratuitas, abertas ao público infantil e realizadas com o objetivo de contribuir para a humanização, imaginação e socialização das crianças, além de despertar a consciência ambiental e a prática da reciclagem desde a infância.
O projeto também conta com oficinas de artes cênicas de iniciação teatral que serão realizadas após as apresentações, para um público de 40 crianças, com duração de 60 minutos, com objetivo de estimular a cooperação, o trabalho em equipe e aprimorar competências para a tomada de decisão, ensinando técnicas de expressão corporal, desenvolvendo coordenação motora, concentração e criatividade.
A metodologia inclui atividades de expressão corporal (jogos rítmicos e percussão corporal), exercícios de voz e entonação (trabalhando emoções) e encenação lúdica de trechos da peça. Os temas abordados envolvem sustentabilidade, prevenção de incêndios e valorização da vida na natureza.
Sobre a peça:
Em Terra Linda, uma cidade onde a natureza é preservada, a menina Clara e seus amigos, o Macaco Sagui e a Arara, vivem em harmonia com o meio ambiente. Certo dia, enquanto brincavam sob o Jacarandá, árvore mais importante da cidade, Sagui sente um cheiro estranho: fumaça!
Preocupados, eles seguem o rastro e descobrem um grupo de desmatadores destruindo a floresta. Para salvar seu lar, os amigos embarcam em uma aventura cheia de desafios e lições sobre preservação ambiental, contando com a ajuda do público para educar os invasores e restaurar a paz na floresta. Será que conseguirão?
Divulgação
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Lei de Incentivo à Cultura, o projeto “Para Sempre Meio Ambiente 2” tem a produção Lígia Aydar, apoio da Komedi Projetos e Altia, com patrocínio da Jaepel Papéise Embalagens e realizado pelo Ministério da Cultura, Governo Federal União e Reconstrução.
“O compromisso da empresa é oferecer às crianças a oportunidade de aprender e conviver em harmonia com o meio ambiente. Queremos transformá-las em multiplicadoras de conhecimento, ensinando sobre os direitos e deveres de cada um no descarte correto do lixo e na preservação ambiental. Nosso desafio é mostrar que o ‘fazer agora’ tem muito mais poder do que adiar para ‘fazer depois’”, afirma Edilza Amoroso, Diretora da Jaepel Papéis e Embalagens.
“O projeto reconhece essa realidade e aposta nas crianças como agentes mobilizadores dentro de suas comunidades para promover mudanças significativas. Como sempre, acreditamos na cultura e nas artes como caminhos eficazes para transmitir mensagens transformadoras”, conclui Edilza.
Sobre a Jaepel Papéis e Embalagens: Somos uma indústria orgulhosamente brasileira, com quase 20 anos de história, tradição e inovação. Operamos um complexo industrial integrado em Senador Canedo (GO), composto por duas fábricas que unem a produção de papel reciclado, chapas e embalagens de papelão ondulado. Nossa especialidade é transformar papelão reciclado em produtos de alta qualidade, que atendem clientes dos mais diversos setores — alimentício, farmacêutico, industrial, logístico, varejista, entre outros — com soluções resistentes, confiáveis e eficientes, essenciais para as cadeias produtivas mais exigentes do país.
Da matéria-prima à embalagem, nosso processo é 100% integrado, o que garante maior controle de qualidade, agilidade nas entregas e otimização de recursos, reforçando nosso compromisso com a sustentabilidade e a economia circular. Mais do que produtos, entregamos valor, cuidado e confiança. Do uso de aparas recicladas ao nosso compromisso com o aterro zero, passando pelo cuidado com as pessoas e as boas práticas de gestão, cada área da Jaepel contribui, todos os dias, para tornar o ESG uma realidade viva e concreta no nosso negócio.
Sobre o Ministério: A principal ferramenta de fomento à Cultura do Brasil, a Lei de Incentivo à Cultura contribui para que milhares de projetos culturais aconteçam, todos os anos, em todas as regiões do país. Por meio dela, empresas e pessoas físicas podem patrocinar espetáculos – exposições, shows, livros, museus, galerias e várias outras formas de expressão cultural – e abater o valor total ou parcial do apoio do Imposto de Renda. A Lei também contribui para ampliar o acesso dos cidadãos à Cultura, já que os projetos patrocinados são obrigados a oferecer uma contrapartida social, ou seja, eles têm que distribuir parte dos ingressos gratuitamente e promover ações de formação e capacitação junto às comunidades. Criado em 1991 pela Lei 8.313, o mecanismo do incentivo à cultura é um dos pilares do Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), que também conta com o Fundo Nacional de Cultura (FNC) e os Fundos de Investimento Cultural e Artístico (Ficarts). Lei de Incentivo à Cultura, Ministério da Cultura.
Serviço:
“Para Sempre Meio Ambiente 2″ em Senador Canedo/GO
04/08/2025 – Associação Pestalozzi de Senador Canedo
05/08/2025 – Escola Municipal João Pereira
06/08/2025 – Escola Municipal Elias Rocha Ribeiro
07/08/2025 – Escola Municipal Aracy Amaral
08/08/2025 – Escola Municipal Valdete Francisca da Silva Barbosa
Pesquisas apontam possível relação entre semaglutida, tirzepatida e casos de neuropatia óptica isquêmica anterior não arterítica (NAION)
O uso de medicamentos amplamente conhecidos para controle de diabetes tipo 2 e emagrecimento — como Ozempic (semaglutida) e Mounjaro (tirzepatida) — está sendo associado a possíveis complicações oftalmológicas graves, de acordo com um estudo publicado nesta semana no respeitado periódico JAMA Ophthalmology.
A pesquisa analisou nove casos clínicos de pacientes que apresentaram perda parcial de visão após o uso dos fármacos, todos investigados por equipes da Universidade de Utah em parceria com outras cinco instituições norte-americanas. Embora a ligação direta entre os medicamentos e os problemas oculares ainda não esteja confirmada, os dados são considerados relevantes pela comunidade médica internacional.
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Casos registrados envolvem quadros súbitos e raros de lesão ocular
Segundo os pesquisadores, sete pacientes foram diagnosticados com neuropatia óptica isquêmica anterior não arterítica (NAION) — condição que provoca perda súbita e indolor da visão, geralmente causada por redução no fluxo sanguíneo do nervo óptico. Também foram registrados quadros de papilite bilateral (inflamação do disco óptico em ambos os olhos) e de maculopatia média aguda paracentral (PAMM), que afeta a visão central.
Estudo paralelo de Harvard reforça o alerta
Em paralelo à publicação do JAMA, outro estudo conduzido por especialistas de Harvard aponta que usuários de medicamentos como o Ozempic podem ter até quatro vezes mais risco de desenvolver NAION em relação à população geral. No entanto, os pesquisadores reforçam que a condição continua sendo rara e que os benefícios do tratamento não devem ser ignorados.
Sintomas visuais exigem atenção imediata
️️ Médicos e oftalmologistas recomendam que pacientes que utilizam semaglutida ou tirzepatida fiquem atentos a qualquer alteração visual, como:
Embaçamento repentino
Perda parcial do campo de visão
Dificuldade para focar ou reconhecer rostos
Ao notar qualquer um desses sintomas, a orientação é procurar um médico imediatamente, preferencialmente um oftalmologista especializado em retina ou nervo óptico.
Perguntas relacionadas que o Google pode destacar:
Ozempic pode causar perda de visão?
Qual a ligação entre semaglutida e neuropatia óptica?
É seguro usar Mounjaro para emagrecimento?
Quais os efeitos colaterais visuais do Ozempic?
O que é NAION e como identificar?
Análise crítica:
Embora os estudos ainda não comprovem uma relação causal direta, o alerta é justificado: o aumento do uso de medicamentos como Ozempic e Mounjaro, muitas vezes sem prescrição especializada, pode abrir brechas para efeitos adversos ainda pouco documentados. Em um país como o Brasil, onde a automedicação é comum e a busca por emagrecimento rápido ganhou contornos quase epidêmicos, a vigilância precisa ser redobrada. O caso reforça a importância de um acompanhamento médico rigoroso, com monitoramento oftalmológico quando necessário — especialmente em pacientes de risco.
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Presidente já opera em “modo campanha” e aposta em aliança com MDB para se manter no poder até 2030, mesmo sob forte rejeição popular e queda de aprovação
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), aos 79 anos, iniciou oficialmente as articulações para disputar a reeleição em 2026. A movimentação nos bastidores do Palácio do Planalto vem acompanhada de uma frase provocativa que já circula entre seus aliados mais próximos:
“Só perco essa eleição para mim mesmo.”
A declaração, repetida com frequência por Lula, revela não apenas sua confiança pessoal, mas também a estratégia política em curso para viabilizar sua permanência no poder até 2030. A base do plano envolve a recomposição da base governista no Congresso, principalmente por meio de alianças com partidos do centrão, como o MDB — que hoje ocupa posição estratégica tanto na Câmara quanto no Senado.
Governo busca blindagem política em meio a queda de popularidade e pressão nas redes sociais
Apesar do otimismo dentro do PT, Lula enfrenta um cenário desfavorável do ponto de vista da opinião pública. Pesquisas recentes indicam queda na aprovação do governo e aumento na rejeição entre eleitores das regiões Sudeste e Sul, sobretudo entre os mais jovens e o eleitorado evangélico.
Nos bastidores, a ordem no Planalto é clara: fortalecer os laços com o centro político, reativar programas sociais de alto apelo popular e manter a presença constante do presidente nas agendas nacionais — com inaugurações, anúncios e entrevistas cuidadosamente pautadas para reforçar a imagem de liderança.
Além disso, a equipe de comunicação de Lula intensificou a atuação nas redes sociais, tentando neutralizar o avanço da oposição digital bolsonarista, que hoje domina a produção de conteúdo viral em plataformas como Instagram, X (ex-Twitter) e YouTube.
MDB vira peça-chave na tentativa de viabilizar um quarto mandato
Nos corredores do Congresso Nacional, deputados e senadores confirmam que o governo já iniciou conversas formais para integrar o MDB de maneira mais orgânica à base aliada. A ideia é amarrar apoios com entrega de ministérios, liberação de emendas e aceno político a lideranças regionais — especialmente em estados como Goiás, Minas Gerais e Rio Grande do Sul.
A costura busca dar estabilidade política ao governo e abrir caminho para a candidatura de Lula com um discurso de continuidade, sustentado por uma aliança ampla. A meta, segundo fontes do Planalto, é repetir em 2026 a fórmula que garantiu a vitória de 2022.
Polarização em 2026 será ainda mais intensa, avaliam analistas
Especialistas em ciência política acreditam que a próxima eleição presidencial brasileira será marcada por um confronto direto entre Lula e a direita conservadora — representada possivelmente por Jair Bolsonaro (caso esteja elegível), Tarcísio de Freitas ou Romeu Zema. A disputa tende a ser ainda mais polarizada, com o eleitorado dividido entre duas narrativas antagônicas.
Do lado da direita, o foco será denunciar o “aparelhamento do Estado”, o avanço de pautas progressistas e a “retomada da velha política”. Já o discurso petista buscará resgatar temas como combate à fome, programas sociais e soberania nacional — numa tentativa de mobilizar sua base histórica.
A dúvida central que deve movimentar o debate público é: o eleitor brasileiro está disposto a dar mais um voto de confiança a Lula?
Perguntas relacionadas que o Google pode destacar:
Lula pode ser candidato novamente em 2026?
Qual a idade de Lula em 2026?
Lula vai disputar reeleição?
Quais partidos apoiam Lula para 2026?
O que diz a oposição sobre a candidatura de Lula?
Quem são os possíveis adversários de Lula em 2026?
Análise crítica:
A sinalização de Lula em direção à reeleição expõe uma dinâmica preocupante da política brasileira: a personalização excessiva do poder. Ainda que legalmente possível, o projeto de um quarto mandato consecutivo reacende debates sobre alternância, governabilidade e esgotamento de lideranças. Em um país dividido, onde a confiança nas instituições está fragilizada, a repetição dos mesmos atores no jogo político pode ampliar tensões — em vez de resolvê-las. Resta saber se a sociedade brasileira está disposta a renovar esse pacto ou buscar novos caminhos em 2026.
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O PSA é um exame essencial no acompanhamento da saúde masculina — mas ainda desperta muitas dúvidas. Um resultado elevado significa câncer? E se estiver normal, está tudo bem?
A resposta é mais complexa. O PSA é uma proteína produzida pela próstata e seus níveis no sangue podem se alterar por diversos fatores. Tumores malignos geralmente elevam o PSA, mas o mesmo pode acontecer em casos benignos, como hiperplasia prostática, infecções, inflamações e até após atividade física intensa.
Já um PSA normal não elimina completamente o risco de câncer. Alguns tumores não provocam aumento significativo do antígeno, o que pode levar a diagnósticos tardios se o médico se basear apenas nesse dado.
Por isso, o toque retal é indispensável. Ele permite ao urologista identificar alterações físicas que o PSA isoladamente não mostra. Havendo sinais suspeitos, a biópsia é o passo seguinte.
Homens a partir dos 50 anos (ou 45, com histórico familiar) devem realizar esse acompanhamento anualmente.
Dr. Marco Túlio Cruvinel Urologista
CRM-GO 8910 / RQE 5352
Urologista em Goiânia;
Título de Especialista pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU);
Membro Internacional da Associação Americana de Urologia (AUA);
Pós-Graduação em Cirurgia Robótica em Urologia pelo Hospital Israelita Albert Einstein.
Homens com mais de 50 anos devem ficar atentos a sinais sutis que o corpo pode dar. Um deles é o surgimento de alterações urinárias que, muitas vezes, indicam a presença da Hiperplasia Prostática Benigna (HPB) — um aumento não cancerígeno da próstata que pode evoluir com o tempo e causar impacto direto na qualidade de vida.
De acordo com a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), cerca de 50% dos homens a partir dessa idade convivem com algum grau de HPB, mesmo sem saber. Isso porque os sintomas surgem aos poucos e são, muitas vezes, associados ao envelhecimento natural.
Entenda o que é a HPB A próstata é uma glândula que compõe o sistema reprodutor masculino. Localizada abaixo da bexiga, ela envolve a uretra — canal por onde a urina passa. Com o envelhecimento, essa glândula pode aumentar de tamanho, comprimindo a uretra e dificultando o esvaziamento da bexiga.
Sintomas mais comuns incluem:
Jato urinário mais fraco ou com interrupções
Vontade de urinar diversas vezes ao dia
Acordar várias vezes à noite para urinar
Sensação de esvaziamento incompleto
Urgência para ir ao banheiro
Esses sinais devem ser acompanhados de perto. Quanto antes forem identificados, melhor será o controle da evolução da HPB.
Diagnóstico e exames O urologista é o especialista responsável pelo diagnóstico e tratamento da HPB. A avaliação clínica deve incluir:
Toque retal: exame físico rápido que avalia volume e consistência da próstata
PSA (Antígeno Prostático Específico): exame de sangue que ajuda a descartar câncer
Ultrassonografia prostática: pode ser abdominal ou transretal
Urofluxometria: mede a força do jato urinário
Exames laboratoriais adicionais: como creatinina e urina
Esses exames ajudam a diferenciar a HPB de outras doenças e permitem um plano de tratamento personalizado.
Formas de tratamento da HPB
Tratamento clínico (medicamentos) Para casos leves e moderados. Os medicamentos mais comuns incluem:
Alfabloqueadores: relaxam a próstata e melhoram o fluxo urinário
Inibidores da 5-alfa-redutase: reduzem o tamanho da glândula ao longo do tempo
Tratamento cirúrgico Indicado quando a medicação não surte efeito ou há agravamento dos sintomas. Entre as técnicas disponíveis:
HoLEP (laser de Holmium): indicada para próstatas maiores, com alta precisão
RTU da próstata: abordagem clássica, feita por via uretral
Rezum: nova tecnologia com vapor de água, pouco invasiva
Prostatectomia aberta ou robótica: usada em casos específicos
Cada procedimento é definido conforme o perfil do paciente e as características da próstata.
Importante: HPB não é câncer Apesar dos sintomas semelhantes, HPB é uma condição benigna. No entanto, isso não significa que deva ser ignorada. A ausência de tratamento pode levar a complicações urinárias, infecções, retenção de urina e até falência da bexiga.
Quando procurar um urologista? Ao identificar qualquer alteração no padrão urinário, a recomendação é procurar avaliação médica. O diagnóstico precoce da HPB possibilita iniciar o tratamento ainda nos estágios iniciais, o que garante mais qualidade de vida e evita cirurgias de emergência.
Aos 50 anos, o cuidado com a saúde do homem deve incluir o acompanhamento urológico anual. Prevenção e informação são os maiores aliados nessa fase da vida.
Dr. Marco Túlio Cruvinel Urologista
CRM-GO 8910 / RQE 5352
Urologista em Goiânia;
Título de Especialista pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU);
Membro Internacional da Associação Americana de Urologia (AUA);
Pós-Graduação em Cirurgia Robótica em Urologia pelo Hospital Israelita Albert Einstein.
A prostatectomia robótica representa uma revolução silenciosa — mas profunda — na jornada do paciente com câncer de próstata. Além da retirada precisa do tumor, ela oferece o que há de mais importante: a manutenção da qualidade de vida.
Preservar a função erétil e a continência urinária é possível graças à alta precisão da plataforma robótica. Nervos e músculos são preservados com mais segurança, e os resultados pós-operatórios mostram recuperação superior em todos os indicadores clínicos.
Esse é o novo padrão de medicina: tecnologia com sensibilidade humana, eficácia com respeito à vida.
Dr. Marco Túlio Cruvinel Urologista
CRM-GO 8910 / RQE 5352
Urologista em Goiânia;
Título de Especialista pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU);
Membro Internacional da Associação Americana de Urologia (AUA);
Pós-Graduação em Cirurgia Robótica em Urologia pelo Hospital Israelita Albert Einstein.