Quando uma adolescente procura avaliação para redução das mamas, muitas famílias acreditam que apenas o tamanho dos seios será considerado na decisão cirúrgica. Na prática, diversos fatores são analisados, e um dos mais importantes é o Índice de Massa Corporal (IMC).
O IMC é utilizado como uma ferramenta para avaliar a relação entre peso e altura, auxiliando o médico a compreender melhor o estágio de desenvolvimento corporal da paciente.
Segundo o Dr. Paulo Germano, cirurgião plástico em Goiânia, adolescentes com obesidade podem apresentar crescimento mamário por um período mais prolongado quando comparadas àquelas que possuem peso adequado para a idade.
Estudos publicados em revistas científicas da área de cirurgia plástica demonstram que o desenvolvimento das mamas pode continuar ocorrendo vários anos após a primeira menstruação, especialmente em pacientes com excesso de peso.
Essa informação é extremamente importante porque uma cirurgia realizada antes da estabilização do crescimento mamário pode aumentar as chances de alterações futuras no volume das mamas.
Isso não significa que pacientes com obesidade não possam ser operadas. Significa apenas que a análise precisa ser ainda mais criteriosa.
Além do IMC, são avaliados fatores como histórico de crescimento mamário, intensidade dos sintomas físicos, estabilidade do peso e maturidade da paciente para compreender o procedimento.
De acordo com o Dr. Paulo Germano, cirurgião plástico em Goiânia, cada caso deve ser analisado individualmente para determinar o momento mais seguro e adequado para a realização da cirurgia.




