A cirurgia de aumento das mamas está entre os procedimentos estéticos mais realizados no Brasil e no mundo. Apesar de muitas pacientes concentrarem sua atenção na escolha do tamanho e do formato da prótese, existe outro aspecto igualmente importante para o sucesso da cirurgia: a via de acesso utilizada para inserir o implante.
Segundo Dr. Paulo Germano | Cirurgião Plástico em Goiânia, a escolha da incisão faz parte do planejamento cirúrgico e deve ser baseada nas características individuais de cada paciente. Não existe uma técnica considerada ideal para todas as mulheres, pois fatores como anatomia, espessura dos tecidos, presença de flacidez, diâmetro da aréola e objetivo estético influenciam diretamente essa decisão.
Atualmente, as três principais vias utilizadas são a incisão pelo sulco inframamário, pela aréola e pela axila.
A incisão realizada no sulco localizado abaixo da mama tornou-se uma das técnicas mais empregadas na cirurgia plástica moderna. O acesso direto permite ampla visualização da área onde a prótese será posicionada, favorecendo maior precisão durante a criação da loja do implante. Esse controle facilita o alinhamento adequado da prótese e reduz a manipulação da glândula mamária, preservando estruturas importantes.
Outra vantagem é que a cicatriz costuma permanecer escondida na dobra natural da mama. Com o amadurecimento da cicatrização, muitas pacientes relatam que a marca se torna pouco perceptível, principalmente quando observada em posição ereta ou com o uso de roupas íntimas e de banho.
A via periareolar representa outra alternativa bastante utilizada. Nesse método, a incisão acompanha a borda inferior da aréola, aproveitando a transição natural entre a pele pigmentada e a pele da mama. Essa diferença de tonalidade contribui para tornar a cicatriz discreta após a recuperação.
Essa técnica costuma ser indicada para mulheres que apresentam aréolas com diâmetro suficiente para permitir a passagem segura da prótese. Também pode ser uma excelente opção quando a cirurgia de aumento será associada à mastopexia, procedimento realizado para corrigir a flacidez mamária e reposicionar a aréola.
Embora a maioria das pacientes mantenha a capacidade de amamentar normalmente, existe a possibilidade de alterações temporárias de sensibilidade na região da aréola, situação que é discutida durante a avaliação pré-operatória.
A terceira possibilidade é a incisão pela axila. Nessa técnica, a prótese é introduzida por uma pequena abertura localizada entre as pregas naturais da região axilar. O principal benefício é evitar cicatrizes diretamente sobre as mamas, característica que atrai algumas pacientes.
Por outro lado, trata-se de um procedimento tecnicamente mais complexo, já que o cirurgião trabalha por um trajeto mais longo até alcançar a mama. Por isso, essa via costuma ser indicada apenas para casos específicos, após análise criteriosa da anatomia e das expectativas da paciente.
Independentemente da técnica escolhida, o objetivo permanece o mesmo: posicionar a prótese com segurança, preservar os tecidos e proporcionar um resultado natural e proporcional ao corpo.
Para Dr. Paulo Germano | Cirurgião Plástico em Goiânia, a decisão sobre a melhor via de acesso nunca deve ser tomada apenas pela localização da cicatriz. Um planejamento individualizado, aliado à experiência do cirurgião e à avaliação cuidadosa de cada paciente, é o que permite alcançar um resultado estético harmonioso, seguro e duradouro.




