Naturalidade não está obrigatoriamente relacionada a colocar uma prótese pequena.
Ela está muito mais ligada à proporção entre o implante e o corpo da paciente.
Uma determinada quantidade de silicone pode parecer discreta em uma mulher e bastante evidente em outra.
A largura do tórax ajuda a explicar essa diferença. Quanto maior a estrutura corporal, mais distribuído determinado volume pode parecer.
Também existe a largura da própria mama, que ajuda a definir qual base de implante é compatível com a anatomia existente.
O perfil escolhido interfere na projeção, enquanto a quantidade de tecido natural modifica a forma como o implante é recoberto e percebido.
É por essa razão que buscar naturalidade apenas reduzindo o número de mililitros pode ser uma simplificação.
O planejamento realizado pelo Dr. Paulo Germano, Cirurgião Plástico em Goiânia, considera a relação entre mama, tórax, tecidos, dimensões da prótese e preferências da paciente.
Para algumas mulheres, um determinado tamanho pode manter proporções equilibradas. Para outras, o mesmo implante pode não apresentar as dimensões mais adequadas.
O resultado deve ser pensado individualmente.
Mais do que procurar “a prótese mais natural”, é necessário procurar uma prótese proporcional àquela paciente.




